Esta é a primeira vez que o filho de Bolsonaro fica numericamente à frente do petista nesse segmento do eleitorado
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 11, aponta que Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou numericamente Lula (PT) no eleitorado “independente”, que promete ser o fiel da balança na eleição, em um cenário de segundo turno.
O senador tem 32% das intenções de voto neste segmento do eleitorado. Pré-candidato à reeleição, o petista tem 27%.
Ao menos 36% disseram que não vão votar, e 5% estão indecisos.
Em fevereiro, Lula tinha 31% dos votos entre os independentes, e Flávio, 26%. No mês de janeiro, o petista tinha 37%; o filho de Jair Bolsonaro, 21%.
Lula x Flávio
Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro e Lula estão empatados, com 41% das intenções de voto cada.
Brancos e nulos são 16%, e indecisos, 2%.
Em fevereiro, o petista tinha 43%; o pré-candidato do PL, 38%. Em janeiro, os percentuais de cada pré-candidato eram 45% e 38%, respectivamente.
Rejeição
A Quaest também registrou pela primeira vez mais gente com medo da reeleição de Lula do que do retorno de um integrante da família Bolsonaro ao poder.
Os que têm medo do quarto mandato do petista são 43%. Aqueles que temem a vitória de um Bolsonaro são 42%.
Em fevereiro, os percentuais eram 41% e 44%, respectivamente.
A rejeição de Lula no mês de março é de 56%. A de Flávio é de 45%.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios entre 6 e 9 de março.
A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-5809/2026.
o antagonista
Publicado em: Política


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O Ministério Público Eleitoral (MPE) manifestou-se pela rejeição do recurso apresentado por Paulo Marinho Júnior que tenta contestar o resultado das eleições municipais em Caxias.
Ainda de acordo com a manifestação do MPE, os elementos apresentados pela acusação não foram suficientes para comprovar que o suposto áudio teria capacidade de interferir de forma significativa no resultado da eleição. O parecer também destaca a ausência de certeza técnica sobre a materialidade do alegado “deep fake”, além de inconsistências nas premissas utilizadas na acusação.
O Ministério Público ressaltou que condenações eleitorais não podem se basear em presunções, sendo necessária prova concreta e incontestável para justificar medidas severas.
Diante disso, a Procuradoria Regional Eleitoral opinou pelo desprovimento do recurso, defendendo que a decisão de primeira instância seja mantida integralmente.
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