
Auditoria do TCU apontou que governo Lula retirou dinheiro de políticas públicas para cobrir rombo bilionário de estatais. (Foto: Sebastião Moreira/EFE)
Após uma sequência de resultados positivos em gestões anteriores, com geração de caixa para a União, empresas estatais não dependentes mergulharam em um ciclo deficitário desde o início da atual gestão Lula (PT).
Os dados vêm de uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontou que a situação tem levado à necessidade de aportes bilionários por parte do Tesouro nas companhias que, em tese, deveriam gerar receitas suficientes para cobrir seus próprios custos operacionais, sem depender do Orçamento da União.
Entre as estatais classificadas como não dependentes estão os Correios, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a Eletronuclear e a Casa da Moeda do Brasil.
O déficit já produz efeitos diretos sobre o orçamento da União, comprometendo o planejamento e a execução de políticas públicas. No parecer sobre as contas do governo Lula referentes a 2025, o TCU afirmou que a necessidade de acomodar o rombo das estatais levou o governo a reduzir recursos destinados a órgãos responsáveis por políticas públicas, obrigando ministérios e demais áreas da administração federal a reverem planejamentos.
“Isso impôs restrições orçamentárias a órgãos responsáveis por políticas públicas, exigindo replanejamento forçado e afetando a continuidade de programas governamentais”, diz o parecer.
Embora o governo tenha cumprido formalmente a meta de déficit para o setor (R$ 6,2 bilhões), o TCU alerta que isso só ocorreu por fatores conjunturais, como o atraso na contratação de um empréstimo pelos Correios, o que adiou despesas, “maquiando” os números consolidados.
TCU aponta “deterioração na capacidade de autofinanciamento das estatais” sob Lula
Ainda no parecer, o Tribunal apontou que “a progressiva reversão de resultados positivos para déficits crescentes ao longo do triênio 2023-2025 evidencia deterioração na capacidade de autofinanciamento dessas estatais e adiciona pressão ao esforço fiscal consolidado”.
O órgão atribui o cenário de “deterioração disseminada”, entre outros fatores, a uma “deficiência sistêmica na supervisão ministerial e no acompanhamento orientado a riscos, que não atuou de forma preventiva nem induziu ajustes estruturais tempestivos”.
Estatais passaram do superávit ao déficit sob Lula
A análise do TCU utilizou como base estatísticas fiscais do Banco Central (BC), que excluem as estatais do setor financeiro (Banco do Brasil, Caixa e BNDES) e do grupo Petrobras, que operam sob dinâmicas de mercado e regras fiscais distintas.
De acordo com a série histórica do BC, ao longo da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro o conjunto de empresas estatais não dependentes apresentou superávit em 2019 (R$ 10,29 bilhões), 2021 (R$ 3,03 bilhões) e 2022 (R$ 4,75 bilhões) – em 2020, o resultado foi negativo em R$ 614 milhões. No acumulado do quadriênio, os números foram positivos em R$ 17,46 bilhões.
Publicado em: Política


Ao contrário de Braide em São Luís, que não cumpriu as promessas feitas, o governador Carlos Brandão lidera o ranking de promessas cumpridas. No Nordeste aparece em primeiro lugar e em quarto lugar no país.
dezembro. E esse ranking nem chegou a incluir grandes ações e obras estruturantes já entregues, como o Maranhão Livre da Fome, Avenida Metropolitana, duplicação da Nova Litorânea, tablet e refeição nas escolas.
Estamos em 1º lugar no Nordeste e em 4º do Brasil no ranking de metas cumpridas, podendo chegar ainda na 2ª colocação nacional até o fim do ano, com as contestações que já enviamos ao g1. Seguimos trabalhando para finalizar essas entregas e cumprir os compromissos assumidos com o povo maranhense.”
Fica claro que
Presidenciável cita dado incorreto sobre urnas eletrônicas, ao falar em evento para diplomatas em Brasília
Investimentos fortalecem a região reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Executando o quê o ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide não fez, ou seja, atrair investimento e gerar emprego e renda.
Com uma parceria com o governo do Estado, Caxias para a ter um centro logístico, também conhecido como polo logístico ou parque industrial, que é uma instalação estrategicamente localizada que facilita o armazenamento, a distribuição e o gerenciamento eficiente de mercadorias
O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), prestigiou, nesta segunda-feira (20), a programação da 41ª Vaquejada de Barreirinhas, que iniciou nesta segunda-feira (20) e segue até domingo (26). Ao lado do prefeito Vinícius Vale e da presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale, ele também participou da tradicional cavalgada, uma das principais atrações da programação.
“A vaquejada é uma tradição que faz parte da nossa cultura e que movimenta toda a região. É um momento de confraternização, de valorização das nossas raízes e também de geração de oportunidades, fortalecendo o turismo e o comércio local. É um evento que particularmente gosto muito e estar aqui, prestigiando essa festa tão bonita e tradicional, me deixa muito feliz”, afirmou.
A programação reúne vaqueiros, moradores e visitantes para celebrar uma das manifestações mais tradicionais da cultura nordestina, que movimenta a cidade e contribui para o fortalecimento do turismo e da economia local.
Na ocasião, ele recebeu diversas manifestações de carinho das pessoas presentes ao evento e confraternizou com lideranças regionais.
Ao percorrer os estandes do espaço, Orleans Brandão também conversou com os empreendedores, experimentou produtos genuinamente maranhenses e ressaltou a importância da atividade para Barreirinhas e toda a região.
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