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Está cravado: Lula é Moraes e Moraes e Lula!!! Lula passa ridículo ao tentar se livrar da cumplicidade com o STF

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

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Lula descobriu que a sua associação com o STF lhe causa dano eleitoral e agora tenta se desvencilhar do fardo de maneira patética

Lula descobriu que a sua associação política com o STF lhe causa um tremendo dano eleitoral, como se viu no primeiro turno, e agora tenta se desvencilhar do fardo.

Ontem, ele disse o seguinte:

“Só tem um candidato que é antissistema, e somos nós, não tem outro candidato. E estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte brasileira depois dessas denúncias.”

É uma frase ridiculamente mentirosa. Não há ninguém mais “sistema” do que Lula e o seu partido. Por sistema, entenda-se o estatismo, o patrimonialismo, o clientelismo, o assistencialismo, a corrupção.

Quanto à promiscuidade de ministros do STF, contra a qual o chefão petista nunca se indignou de verdade, quem a carrega nas costas é a sociedade, que não pode contar com um tribunal imparcial, justo, apolítico e honesto.

Lula deve a sua liberdade e a sua volta ao Palácio do Planalto aos juízes que atuam em causa própria, sujando a democracia brasileira com a sua libertinagem, e dos quais agora tenta se distanciar de maneira patética.

É credor também das canetadas do STF no enfrentamento ao Congresso durante o seu terceiro mandato.

Refém e cúmplice do tribunal, para o qual indicou camaradas como o seu ex-ministro da Justiça e o seu ex-advogado criminal, o chefão petista contou com a colaboração recente de Alexandre de Moraes e de Cristiano Zanin para reaproximá-lo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em busca da aprovação de pautas eleitoreiras.

Lula também teve o aval de Gilmar Mendes para promover o reajuste do valor pago pelo Bolsa Família durante a campanha eleitoral, um evidente abuso que visa a comprar votos de gente pobre.

Pouco antes da realização do primeiro turno, Flávio Dino usurpou o papel de ministros de TSE para permitir que a mentira sobre Nossa Senhora Aparecida continuasse a circular impunemente a fim de prejudicar Flávio Bolsonaro e beneficiar o chefão petista.

Por fim, para ajudar Lula e lesar o filho de Jair Bolsonaro, Gilmar e uma criatura de Dino se uniram para fazer a lambança que resultou no cancelamento do debate de candidatos na Rede Globo.

A reeleição de Lula vinha sendo considerada vital para a manutenção do poder dos políticos do STF. Depois da eleição para o Senado de uma bancada que lhes é francamente hostil e que teve como promessa de campanha abrir processos de impeachment contra togados, talvez o cálculo tenha começado a ser refeito no Supremo.

Se Lula for reeleito, será inviável para o chefão petista governar com uma Câmara e um Senado ainda mais oposicionistas do que na legislatura anterior.

Ele teria de contar, mais uma vez, com a interferência política do STF, mas o risco da fricção com deputados e senadores agora seria muito maior para os seus ministros, uma vez que a pauta do impeachment e da reforma do Judiciário, que lhes retiraria atribuições, deixaram de ser sonho em noite de verão.

Cabeças promíscuas devem estar refletindo sobre como, diante do novo contexto no Congresso, talvez seja menos inconveniente suportar Flávio Bolsonaro do que sustentar Lula, mesmo que um ministro tenha de ser sacrificado para dar alguma satisfação à sociedade, o que parece inevitável de qualquer jeito.

Por Metrópoles

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  Publicado em: Política

Neto Evangelista diz que ainda cedo para tratar de eleição da Mesa da Assembleia

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

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Reeleito para o seu quinto mandato consecutivo, o deputado estadual Neto Evangelista (MDB), em conversa com a equipe do programa Ponto Continuando, na manhã desta terça-feira, 6, na Assembleia Legislativa, avaliou que ainda é cedo para se tratar de eleição para Mesa Diretora da Casa, referente ao biênio 2027/28.

Ele e outros parlamentares, como Paulo Casé (União Brasil), Dino do Aldenora Bello (PSD), Maedja Campos (PDT), Detinha (PL), Gleydson Resende (MDB), Francisco Nabig (MDB), Catulé Júnior (Republicanos) e João Igor Carvalho (PDT), são apontados como postulantes à sucessão da presidente Iracema Vale (MDB), eleita deputada federal.

“Acho que está muito cedo ainda. Eleição é só daqui a quatro meses. Acho que tudo tem seu tempo. Temos a Lei Orçamentária Anual para votar ainda este ano, temos outros projetos de Governo importantes, como o serviço de ginecologia e obstetrícia do servidor público estadual. Tem pautas importantes para passar na Assembleia Legislativa ainda. Vai haver também uma transição de Governo e eleição da Assembleia é só lá em fevereiro”.

Evangelista destacou a renovação na Casa, de quase 60%, e afirmou que, neste momento, qualquer um dos 42 eleitos e reeleitos pode se viabilizar.

Ele também citou que o Poder Legislativo deve ficar atendo ao recado que veio das ruas, referindo-se a eleição de Eduardo Braide (PSD) para o cargo de governador no primeiro turno.

“As ruas do Maranhão passaram um recado importante. Fizeram a eleição de Governo em primeiro turno e a Assembleia tem que compreender isso. Houve uma renovação significativa na Casa. Mais da metade da Assembleia Legislativa renovada e quem consegui renovar seu mandato mostrou que conseguiu trabalhar bem nos últimos quatro anos e precisa continuar nessa mesma pegada. Os 42 que estão aqui irão dizer que estão à disposição [para ser presidente]. Mais acho que ainda está cedo. Eu vou ouvir os colegas, vou conversando. Eu acho, pelo perfil do Eduardo, que eu já conheço a muito tempo, ele naturalmente não faz interferência dentro da esfera que ele é competente para fazer. Mais a Assembleia tem que entender o recado que as ruas deram, que foi eleger o governador em primeiro turno”.

 

Por Glaucio Ericeira

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  Publicado em: Política

Dia do Prefeito: Gentil Neto vem deixando sua marca na administração de Caxias

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

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Hoje é dia do prefeito e em quase dois anos à frente da Prefeitura de Caxias, Gentil Neto vem construindo uma gestão marcada por obras, investimentos em diferentes áreas e fortalecimento político. O prefeito mais jovem da história do município tem ampliado sua presença administrativa e se consolidado também como um dos principais articuladores políticos da cidade.

Na infraestrutura, a gestão tem avançado com obras de pavimentação e calçamento em diferentes pontos do município. Na saúde, os investimentos incluem aquisição de ambulâncias, fornecimento de medicamentos e ações voltadas à ampliação dos serviços, com destaque para o CER IV, fortalecendo o atendimento especializado à população.

A educação também ocupa espaço importante na administração. A entrega de fardamento escolar, os investimentos nas unidades de ensino e a implantação de novas creches fazem parte das iniciativas desenvolvidas pela Prefeitura, com atenção especial às crianças e aos jovens.

Para a juventude, outro destaque é o programa Primeiro Emprego, criado para abrir oportunidades e facilitar a entrada dos jovens caxienses no mercado de trabalho.

Na segurança pública, Caxias avançou com a ampliação da Muralha Digital e investimentos na Guarda Municipal, incluindo armamento e estrutura para ampliar a atuação dos agentes na proteção da população.

*Desenvolvimento e articulação política*

Gentil Neto também tem buscado colocar Caxias em uma posição estratégica para novos investimentos. Entre as iniciativas está o avanço do projeto do Terminal Intermodal Gonçalves Dias, apontado como importante instrumento para o desenvolvimento econômico, a logística e a atração de novos empreendimentos para o município.

Além do trabalho administrativo, o prefeito demonstra força na articulação política. Nas eleições de 2026, Gentil Neto teve participação importante na mobilização em torno das deputadas parceiras do município, fortalecendo um grupo político que saiu das urnas ainda mais representativo.

A articulação busca garantir que Caxias mantenha representantes e aliados capazes de trabalhar junto ao município na busca por recursos, investimentos e novos projetos.

*Trabalho social com recursos próprios*

A atuação de Gentil Neto também ultrapassa as ações realizadas diretamente pela Prefeitura. De sua autoria, o projeto Gentil por Caxias desenvolve ações de caráter social financiadas com recursos próprios de Gentil Neto.

Entre as iniciativas do projeto está a doação de casas para famílias que necessitam de melhores condições de moradia, fazendo com que o trabalho social caminhe paralelamente à atuação do prefeito na administração municipal.

Com investimentos em infraestrutura, saúde, educação, segurança, geração de oportunidades, desenvolvimento econômico e políticas para a juventude, Gentil Neto chega perto de completar dois anos de gestão acumulando ações em diferentes áreas.

Ao mesmo tempo, sua participação nas articulações políticas e a capacidade de reunir parceiros em torno de Caxias ampliam seu protagonismo. Ainda jovem, Gentil Neto começa a construir uma trajetória que une gestão, trabalho social e força política, colocando seu nome entre as principais lideranças da nova geração da política caxiense.

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  Publicado em: Política

União Progressista vai anunciar apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

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Federação havia adotado neutralidade no primeiro turno, após União Brasil e PP anunciarem o desembarque do governo Lula em 2025

A federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), anunciará na tarde desta terça-feira, 6, apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da eleição presidencial, conforme apurou O Antagonista.

A adesão a Flávio marca uma mudança em relação ao primeiro turno, quando a União Progressista optou pela neutralidade e liberou seus integrantes para fazer alianças locais.

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  Publicado em: Política

Pesquisas mequetrefes!!! Institutos erram feio em pesquisas para presidente, governos e Senado

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

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Levantamentos das últimas semanas divergem dos resultados do 1º turno nas disputas para presidente, governadores e senadores

Os resultados do 1º turno das eleições revelaram cenários distintos dos projetados por pesquisas de opinião divulgadas nas últimas semanas em alguns estados. Tanto no âmbito nacional, quanto no estadual, os principais institutos do países projetaram panoramas divergentes dos observados nas urnas, no domingo (4/10).

Os institutos minimizaram os erros, alegando que as pesquisas indicam “retratos do momento” e que houve até indicação de forte “voto útil de direita” a favor de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial.

Mas o fato é que nenhuma das últimas sondagens divulgadas para disputa presidencial conseguiu projetar o resultado real de domingo. Levantamentos feitos por Datafolha, Quaest, Atlas, CNT e Real Time Big Data, dias anteriores ao da votação, mostram o presidente Lula na liderança das intenções de voto.

Ao fim da apuração, já na madrugada de segunda-feira (5/10), as urnas apontavam vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 47% dos votos, seguido por Lula, com 45%.

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A diferença foi de 2,2 milhões de votos a favor do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Projeções do 1º turno para presidente

Datafolha

  • Lula (PT): 45%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42%

Pesquisa Quaest

  • Lula (PT): 46%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%

Real Time Big Data 

  • Lula (PT): 43%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 39%

Pesquisa Atlas/Intel

  • Lula (PT): 47%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 44,1%

Pesquisa CNT

  • Lula (PT): 47,8%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42,1%

Governos

Os erros também se repetiram em pesquisas para os governos locais. Situações semelhantes foram registradas no Distrito Federal e no Rio de Janeiro, por exemplo.

Governo do Distrito Federal

No Distrito Federal, por exemplo, a maioria dos levantamentos mais recentes em relação ao 1º turno indicava vitória tranquila da atual governadora Celina Leão (PP) sobre o petista Leandro Grass ainda em 1º turno.

No entanto, ao fim da apuração, as urnas indicaram a necessidade de realização de segundo turno entre os dois. Celina recebeu 49,9%, e Grass ficou com 34,4% dos votos válidos.

As pesquisas no DF

Quaest

  • Celina Leão (PP): 53%
  • Leandro Grass (PT): 32%

Real Time

  • Celina Leão (PP): 52%
  • Leandro Grass (PT): 29%

Datafolha

  • Celina Leão (PP): 55%
  • Leandro Grass (PT): 27%

Atlas

  • Celina Leão (PP): 45,3%
  • Leandro Grass (PT): 34%

Governo do Rio de Janeiro

O resultado do 1º turno no estado do Rio de Janeiro demonstra larga discrepância com os últimos cenários projetados por institutos de pesquisa. No estado, a maioria dos levantamentos trazia o ex-prefeito da capital carioca Eduardo Paes (PSD) na vantagem das intenções de voto, seguido por Douglas Ruas (PL).

A apuração das urnas no estado, contudo, foi encerrada com Ruas liderando as intenções de voto com 49% dos votos, seguido por Paes, que angariou 42% dos votos. A definição para o próximo governador carioca em um primeiro momento ficará para o 2º turno, disputado no dia 25 de outubro.

No entanto, caso a desistência do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) de um recurso seja confirmada pela Justiça Eleitoral e os votos que ele recebeu sejam considerados nulos, Ruas já venceria em 1º turno. O processo ainda está sendo analisado.

As pesquisas no Rio

Quaest 

  • Eduardo Paes (PSD): 49%
  • Douglas Ruas (PL): 40%

Real Time Big Data 

  • Eduardo Paes (PSD): 37%
  • Douglas Ruas (PL): 31%

Datafolha 

  • Eduardo Paes (PSD): 49%
  • Douglas Ruas (PL): 40%

AtlasIntel

  • Eduardo Paes (PSD): 46,4%
  • Douglas Ruas (PL): 38%

Erros no Senado

Mas os erros não aconteceram somente em relação à disputa presidencial e aos governos locais. A situação também se repetiu em várias unidades da Federação. Três, em especial, chamaram a atenção: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

As pesquisas indicavam muita disputa pelas vagas. No entanto, após a apuração das urnas, as situações foram bem diferentes.

Senado em Brasília

Na capital federal, os institutos traziam um cenário com Michelle Bolsonaro (PL) quase sempre liderando, mas a segunda vaga ora oscilava entre Bia Kicis (PL) e Leila do Vôlei (PDT), com a petista Erika Kokay pontuando bem em algumas situações.

Abertas as urnas, a situação foi bem diferente: Michelle ficou com 29,05%, e Bia somou 27,44%. As duas foram eleitas. Leila terminou com 21,25%, e Erika ficou com 18,91%.

Pesquisas Senado DF

Quaest

  • Michelle: 31%
  • Leila: 27%
  • Bia: 24%
  • Erika: 17%

Datafolha

  • Michelle: 30
  • Bia: 24
  • Leila: 21
  • Erika: 18

AtlasIntel

  • Bia: 27,2%
  • Michelle:  26,1%
  • Leila: 21,3%
  • Érika: 21,3%

Senado no Rio de Janeiro

A corrida para o Senado no Rio de Janeiro também não foi diferente, com a reeleição do senador Carlos Portinho (PL), com 26% dos votos, e de Carlos Jordy (PL), com 24%, as últimas sondagens apontavam a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), Benedita da Silva, como ocupante de uma das vagas para a Casa Alta pelo estado.

E, em alguns dos levantamentos, com a maior vantagem numérica entre os candidatos. Benedita, contudo, não foi eleita pelo estado.

Quaest 

  • Carlos Portinho (PL): 23%
  • Carlos Jordy (PL): 22%
  • Benedita da Silva (PT): 21%
  • Pedro Paulo (PSD): 13%

Real Time Big Data 

  • Carlos Jordy (PL): 18%
  • Benedita da Silva (PT): 15%
  • Carlos Portinho (PL): 14%
  • Pedro Paulo (PSD): 12%

Datafolha 

  • Benedita da Silva (PT): 26%
  • Carlos Potinho (PL): 19%
  • Carlos Jordy (PL): 18%
  • Pedro Paulo (PSD): 13%

AtlasIntel

  • Carlos Jordy (PL): 23%
  • Benedita da Silva (PT): 21,8%
  • Carlos Potinho (PL): 21,8%
  • Mônica Benicio (PSOL): 11,6%

Senado em SP

As pesquisas de véspera sobre o Senado em São Paulo mostravam uma situação bastante embolada. As projeções indicavam um empate técnico entre os quatro principais concorrentes. Pelos dados, não era possível indicar quem seria eleito.

No entanto, com a apuração das urnas, a situação foi completamente diferente: Guilherme Derrite (PP) teve 30,59%, André do Prado (PL) somou 29,28%, Simone Tebet (PSB) registrou 19,23% e Marina Silva contabilizou 18,12%.

As pesquisas recentes para o Senado em SP

Quaest
  • Guilherme Derrite (PP): 25%
  • André do Prado (PL): 23%
  • Marina Silva (Rede): 22%
  • Simone Tebet (PSB): 22%

Datafolha

  • Derrite: 22%
  • André: 22%
  • Marina 21%
  • Tebet: 20%

AtlasIntel

  • Derrite: 25,9%
  • André: 24,2%
  • Tebet: 22,2%
  • Marina: 21,5%

“Retratos de momento”

Procurado pelo Metrópoles, o diretor executivo do instituto Real Time Big Data minimizou as diferenças e explicou que as pesquisas eleitorais são “retratos de momento”, e não previsões de futuro. “O conceito de pesquisa é diferente do resultado da urna”, explica Lucas Thut Sahd.

“As pesquisas representam um cenário daquele espaço do momento em que ela foi feita e podem apontar tendências”, afirma. Ainda segundo Sahd, as sondagens foram capaz de captar o crescimento de Flávio Bolsonaro nos últimos meses, inclusive apontando o senador com vantagem numérica em 2º turno contra Lula.

“Todas as pesquisas captaram a subida de Flávio. Não mostram ele passando Lula, mas nesses resultados também pesam o sentimento do eleitor no dia e no momento da votação, que as pesquisas quantitativas não são capazes de captar. O que vimos foi os candidatos de terceira via desidratando e, como representada por candidatos vistos mais como de direita, que podem ter migrado para Flávio. A questão do voto útil e a totalização dos votos que é feita com contagem das abstenções”, analisa o diretor-executivo do Real Time.

Em post no X, Felipe Nunes, diretor da Quaest, falou em “poucas surpresas” e disse que as pesquisas captaram “voto útil de direita” em Flávio.

“Quem acompanhou a eleição brasileira pelas tendências das pesquisas da Quaest teve poucas surpresas na noite de ontem [4/10]. Os levantamentos publicados conseguiram captar tendências que se confirmaram nas urnas, incluindo o voto útil da direita na eleição presidencial, um recorde de vitórias em 1º turno nos estados e o desfecho de algumas das disputas estaduais mais apertadas do país”, disse.

“Na eleição para presidente, a Quaest divulgada na véspera captou forte ‘voto útil de direita’ em favor de Flávio Bolsonaro. Caiu de 14% para 7,8% a votação dos outros candidatos na última semana, enquanto Flávio foi de 40% a 47%. Lula ficou estável. As urnas apenas confirmaram a tendência que já aparecia na pesquisa”, defendeu.

Distorções no Senado

Em relação à votação para o Senado Federal, o professor do curso de ciência política da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Elton Gomes pontua que é difícil fazer projeções para a Casa Alta do Congresso Nacional. “O brasileiro, via de regra, se importa muito pouco com a eleição de senador e, portanto, leva a essas distorções nas pesquisas”, pontua.

“Esse tipo de comportamento, profundamente arraigado no Brasil, traz dificuldades para os institutos de pesquisas. Além do baixo interesse, há um nível muito grande de indecisos e muita gente opta por só escolher o senador nos últimos dias ou até no dia da eleição, mesmo sem entender muito bem o que ele faz”, avalia Gomes.

 

Já o cientista político Antônio Lavareda também chama a atenção para o recorte feito nas pesquisas, ressaltando que os levantamentos retratam a distribuição das preferências entre os eleitores considerados na amostra, e não necessariamente o resultado final da votação.

O analista ainda registra que o índice de abstenção pode ter prejudicado mais o presidente Lula do que o senador Flávio Bolsonaro. De acordo com Lavareda, a abstenção é historicamente mais alta entre a população de baixa renda, que é aquela que vota no candidato petista.

“Quem perde voto nesse contingente é o Lula, pelo largo quantitativo dos votos dos pobres e baixa escolaridade que formam esse bloco, e faixa em que se dá a abstenção”, pontua Lavareda, ao explicar que estimativa das abstenções também é desafiadora, já que um eleitor pode declarar uma intenção de voto na pesquisa, mas não comparecer às urnas no dia da eleição, o que pode gerar diferenças entre as projeções e o resultado efetivo.

Ao Metrópoles, o diretor-executivo da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, explica ainda que o instituto suspendeu as sondagens para Senado nos últimos dias antes das eleições devido à dificuldade de medir a intenção de voto real para a Casa Alta do Congresso Nacional.

“Tínhamos um índice de 35% a 45% de eleitores que escolhia o primeiro candidato mas não declarava voto para a segunda vaga”, pontua Idalgo, ao explicar que este é um hábito comum do eleitor brasileiro que tende a decidir o voto para o Senado próximo ao dia da eleição, prejudicando as projeções.

Por Metrópoles

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  Publicado em: Política

Iracema Vale uma mulher determinada e comprometida com o Maranhão…

Publicado em   05/out/2026
por  Caio Hostilio

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Não é de hoje que a agora deputa federal Iracema Vale mostra grandeza política e uma líder partidário no atual cenário do Maranhão.
Como sempre observe uma votação expressiva na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Iracema Vale mostrou ser uma mulher de atitudes pragmáticas, estratégicas e de conciliação que vão além dos interesses individuais ou partidários de curto prazo.

Sua facilidade em conseguir dialogar e construir consensos entre diferentes seguimentos políticos, cujo desempenho a leva, por onde passa, se torna uma líder natural. 

Como a primeira mulher a presidir a Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema soube priorizar a estabilidade institucional e o avanço para o bem-estar dos maranhenses. 

Por isso, deverá se destacar na Câmara dos Deputados, seja em plenário ou nas comissões que poderão ser um dos membros. 

Agora, é aguardar seu termino como presidente da AL e seguir para a Câmara dos Deputados.

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  Publicado em: Política

A resposta do povo as corrupções do PT!!! PL elege 357 candidatos e lidera Câmara, Senado, governos e assembleias

Publicado em   05/out/2026
por  Caio Hostilio

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Partido conquistou 121 vagas na Câmara, 19 no Senado, cinco governos e 212 cadeiras nas assembleias e na CLDF, segundo dados do TSE

O PL saiu das urnas, neste domingo (4/10), como a maior força partidária do país. A sigla elegeu 357 candidatos e terminou na liderança na Câmara dos Deputados, no Senado, nos governos estaduais, nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Levantamento do Metrópoles com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que o partido conquistou 121 cadeiras na Câmara, 19 no Senado, cinco governos, 207 vagas de deputado estadual e cinco de deputado distrital.

A conta ainda pode aumentar. O partido disputa dois dos sete governos que serão definidos no segundo turno, marcado para 25 de outubro: Amazonas, com Professora Maria do Carmo, e Rio de Janeiro, com Douglas Ruas.

No caso de Ruas, porém, ainda há chance de ele ser proclamado eleito no primeiro turno. Isso porque os votos dados a Anthony Garotinho (Republicanos) estão sub judice e podem ser retirados do cálculo. Sem eles, Ruas passa de 50% dos votos válidos.

A sigla ainda tem o senador Flávio Bolsonaro como candidato ao Palácio do Planalto. O filho mais velho do ex-presidente também avançou ao segundo turno.

Os números colocam o PL com vantagem de 137 eleitos sobre o PT, segundo colocado no levantamento, com 220.

Na sequência, aparecem MDB, com 156; PSD, com 152; PP, com 127; Republicanos, com 124; e União Brasil, com 122.

Ao todo, 1.646 candidatos já foram eleitos para esses cinco cargos. O PL sozinho responde por 357 deles, ou pouco mais de um em cada cinco.

Balanço do primeiro turno

PL elege 357 candidatos e lidera em governadores, assembleias, Câmara e Senado

A maior vantagem do PL sobre os demais partidos aparece no Senado. Das 54 cadeiras em disputa neste ano, 19 ficaram com a legenda. O MDB, segundo colocado, elegeu sete senadores, enquanto o PT conquistou seis.

Na Câmara, o PL também terá a maior bancada a partir de 2027. Foram eleitos 121 deputados federais da sigla, 51 a mais que os 70 do PT. União Brasil aparece depois, com 46; PSD, com 43; e PP e Republicanos, com 41 cada.

A liderança se repete nas assembleias legislativas. O partido elegeu 207 deputados estaduais pelo país. O PT ficou em segundo, com 138, seguido por MDB, com 109, e PSD, com 102.

No Distrito Federal, o PL também ficou com o maior número de cadeiras entre os 24 deputados distritais eleitos: cinco. PT, MDB, PP e Republicanos elegeram três cada.

Entre os governos já definidos no primeiro turno, o PL também aparece à frente. A legenda venceu em cinco estados. O PSD elegeu quatro governadores; PT e Republicanos, três cada; PP, dois; e MDB, Podemos e PSDB, um cada.

Dos 27 governos estaduais e do Distrito Federal, 20 foram definidos no domingo. Os outros sete terão segundo turno.

PT fica em segundo; MDB e PSD vêm depois

O PT terminou o primeiro turno como o segundo partido com mais candidatos eleitos no país. Além dos 70 deputados federais e seis senadores, a legenda conquistou três governos, 138 cadeiras nas assembleias e três na CLDF. São 220 eleitos ao todo.

O partido ainda disputa dois governos no segundo turno. Leandro Grass concorre no Distrito Federal, enquanto Cadu de Lula está na disputa no Rio Grande do Norte.

MDB e PSD aparecem praticamente empatados na sequência do levantamento. O MDB soma 156 eleitos, contra 152 do PSD.

A diferença entre os dois passa pela distribuição dos cargos. O MDB elegeu sete senadores e 109 deputados estaduais, enquanto o PSD conquistou quatro governos e 43 cadeiras na Câmara dos Deputados.

O PSD também tem dois candidatos no segundo turno: Omar Aziz, no Amazonas, e Eduardo Paes, no Rio de Janeiro. O MDB disputa o governo do Espírito Santo com Ricardo Ferraço.

PP, Republicanos e União Brasil completam o grupo de partidos que ultrapassou a marca de 100 eleitos.

O PP soma 127: 41 deputados federais, três senadores, dois governadores, 78 deputados estaduais e três distritais. Republicanos aparece logo atrás, com 124, enquanto União Brasil tem 122.

Depois deles, há uma queda maior. O Podemos elegeu 77 candidatos; PSB, 60; PSDB e PSol, 40 cada; PDT, 31; e Novo, 28.

PV teve 26 eleitos; Avante, 22; PCdoB, 20; PRD, 18; Agir, sete; Solidariedade, seis; Rede, cinco; Mobiliza, três; e Missão, dois. Cidadania, DC e Democrata elegeram um candidato cada.

PCB, PCO, PRTB, PSTU e Unidade Popular não elegeram candidatos para nenhum dos cargos.

Sete governos ficam para o segundo turno

O segundo turno ainda pode alterar a distribuição dos governos estaduais entre os partidos, mas não os números da Câmara, do Senado e das casas legislativas.

No total, quatorze candidatos de oito partidos seguem na disputa pelos sete governos ainda em aberto.

PL, PT, PSD, PP, Republicanos e União Brasil têm dois candidatos cada. MDB e PSDB têm um.

No Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL) enfrenta Omar Aziz (PSD). No Rio de Janeiro, a disputa será entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD).

No Distrito Federal, Leandro Grass (PT) enfrenta Celina Leão (PP). No Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) disputa o governo com Allyson (União Brasil).

No Acre, Mailza Assis (PP) enfrenta Alan Rick (Republicanos). No Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB) disputa com Lorenzo Pazolini (Republicanos).

Em Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB) completam a lista de candidatos que voltam às urnas em 25 de outubro.

Por Metropoles

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  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! Amanda Gentil supera Paulo Marinho Júnior com uma surra de votos!!!

Publicado em   05/out/2026
por  Caio Hostilio

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A deputada Amada Gentil supera Paulo Marinho Junior com uma surra de votos.

A votação da deputada foi mais que o dobro de Paulo Marinho Junior em Caxias, mostrando, com isso, que os caxienses seguem firme com a deputada, que em seu primeiro mantado trouxe grandes projetos e benfeitorias para o município.

O total de votos que Caxias deu a deputada Amanda Gentil e bem superior ao que Paulo Marinho Junior recebeu por todo o Maranhão.

Diante dos fatos, observa-se que o grupo Gentil é totalmente consolidado em Caxias, principalmente pelo trabalho prestado ao município e sua gente.

Assistam ao vídeo abaixo:

http://caiohostilio.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID_20261005_105049_829.mp4

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  Publicado em: Política

Braide foi eleito governador mais não tem uma bancada estadual e federal para chamar de sua…

Publicado em   05/out/2026
por  Caio Hostilio

COMENTÁRIOS  

Vocês são esquisitos mesmo!!!

Ficou um tanto esquisito essa eleição no Maranhão, haja vista que a maioria esmagadora dos 42 deputados estaduais eleitos não fazem parte de base de campanha do governador eleito, Eduardo Braide.

Ninguém sabe como se comportará as maiores bancadas, que são 17 do MDB, 04 do PL, 04 do Republicanos, 04 do PDT, 03 do União Brasil e 02 do PT.

Será necessário muita articulação política pára que o governador eleito emplaque o presidente da casa, que é um poder independente e com recursos próprios.

Vale ressaltar que o MDB para exigir a presidência da casa, pois tem a maior bancada.

Portanto, fico um tanto atípico a eleição no Maranhão.

Quanto a bancada federal, conforme abaixo, observa-se que ocorre o mesmo que se ver na bancada estadual.

  1. Pedro Lucas Fernandes (União) — 188.853 votos válidos (4,75%) — REELEITO
  2. Iracema Vale (MDB) — 179.351 votos válidos (4,52%) — ELEITA
  3. Vinicius Ferro (MDB) — 166.880 votos válidos (4,20%) — ELEITO
  4. Fabiana Vilar (PL) — 160.361 votos válidos (4,04%) — ELEITA
  5. Aldir Junior (PL) — 141.764 votos válidos (3,57%) — ELEITO
  6. Amanda Gentil (PP) — 137.642 votos válidos (3,47%) — REELEITA
  7. Larissa DP (MDB) — 137.136 votos válidos (3,45%) — ELEITA
  8. Erlanio Xavier (PDT) — 127.715 votos válidos (3,22%) — ELEITO
  9. Juscelino Filho (PSDB) — 124.794 votos válidos (3,14%) — REELEITO
  10. Hildo Rocha (MDB) — 115.172 votos válidos (2,90%) — ELEITO
  11. Mariana Carvalho (PL) — 113.228 votos válidos (2,85%) — ELEITA
  12. Junior Lourenço (MDB) — 107.410 votos válidos (2,70%) — REELEITO
  13. Marreca Filho (PRD) — 99.698 votos válidos (2,51%) — REELEITO
  14. Rubens Pereira Jr (PT) — 92.916 votos válidos (2,34%) — REELEITO
  15. Josivaldo JP (União) — 87.663 votos válidos (2,21%) — REELEITO
  16. Aluisio Mendes (Republicanos) — 83.152 votos válidos (2,09%) — REELEITO
  17. Dr. Orlando (PL) — 82.827 votos válidos (2,09%) — ELEITO
  18. Márcio Jerry (PCdoB) — 54.953 votos válidos (1,38%) — REELEITO

Ficou evidente que as duas bancadas são de aliados do ex-candidato ao governo, Orleans Brandão.

 

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  Publicado em: Política

É preciso um basta!!! Eleições de 2026 deixam a esquerda brasileira à beira da extinção

Publicado em   05/out/2026
por  Caio Hostilio

COMENTÁRIOS  

Lula dificilmente conseguirá se reeleger em 2026 e até mesmo futuro de lideranças é incerto

O recado das urnas neste domingo foi muito claro: a esquerda precisa se modernizar. E para ontem.

Não adianta continuar repetindo o mantra de que é preciso combater a “extrema direita”, chamar o brasileiro de “nazista” ou tratar com desdém aquilo que seus intelectuais de estimação apelidaram de “CEO de MEI”. O eleitor parece ter pouca paciência para sermões — e menos ainda para quem tenta lhe ensinar como pensar.

A esquerda brasileira precisa entender que disputas de caráter ideológico ou identitário não enchem barriga, não diminuem a sensação de insegurança, não garantem emprego nem colocam dinheiro no bolso.

O brasileiro mudou nos últimos 20 anos. E mudou muito. Foi impulsionado pelo avanço das igrejas evangélicas, pela profusão da chamada “Teologia da Prosperidade”, pelas transformações nas relações de trabalho e, sobretudo, pela internet, que demoliu o monopólio da informação exercido durante décadas por partidos, sindicatos e setores da imprensa.

Mesmo que o cidadão não tenha colocado um único pé em uma igreja evangélica nos últimos anos, ele entendeu que pode, sim, viver — e muito bem — com um Estado mais enxuto. Nos governos Lula 1 e 2, o eleitor dependia do Estado para ter sua casa, sua renda mínima, seu bom emprego — público ou privado.

Hoje, não. O cidadão entendeu que um Estado engessado muitas vezes mais atrapalha do que ajuda. O último governo Lula não conseguiu recuperar a economia nem entregou ao brasileiro a famosa picanha prometida em 2022. Sobrou a propaganda. Faltou a carne.

Outro ponto: não se governa apenas com tribunais. Até hoje, é difícil para o brasileiro comum explicar por que milhares de pessoas foram condenadas por uma balbúrdia na Praça dos Três Poderes. Nem mesmo o Supremo Tribunal Federal (STF) conseguiu transformar essa história em algo compreensível para quem está do lado de fora da Praça dos Três Poderes.

A resposta, por óbvio, veio nas urnas: um Congresso majoritariamente bolsonarista, tanto no Senado quanto na Câmara, e mais de 56 milhões de votos para Flávio Bolsonaro já no primeiro turno. Nikolas Ferreira (PL-MG) terminou o pleito com mais de 3 milhões de votos; Lucas Pavanato foi eleito com mais de 2 milhões de votos.

Lula pode até ser eleito em 25 de outubro, mas provavelmente será alvo de um processo de impeachment. A esquerda teria hoje em torno de 110 parlamentares. Mesmo com o apoio de algumas siglas do Centrão, isso é insuficiente para barrar qualquer pedido fajuto de afastamento presidencial.

A esquerda está no divã. Lula minou qualquer chance de produzir um substituto à altura. Agora, não somente Lula, mas toda a esquerda brasileira, pagarão o preço por anos de arrogância, miopia eleitoral e uma desconcertante incapacidade de entender o país que dizem representar.

Por o antagonista

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